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| Na cerimónia de entrega do Prémio Nobel de Enologia a Hellis Montaigne, foi um tal de André Huppert quem compareceu diante dos microfones e da incredulidade de milhões. O seu discurso começou e acabou assim: “Majestades, senhoras e senhores, mundo do vinho. Antes de mais, quero confessar que é um privilégio estar aqui na vez do meu irmão Hellis, um homem justo, metódico e muito inteligente que doou a sua vida a causas tão nobres como o vinho, contra a adstringência da vida que teve. Tudo o contrário de mim. Somos gémeos, mas uma coisa que sempre odiei nele foi a extrema sensatez, coisa que, no limite, afecta as melhores qualidades de um vinho e de uma vida. E fui eu, por exemplo, quem lhe deu a ideia das Vinhas Velhas, no ano da graça de 1935. Fui eu quem lhe ofereceu o primeiro manual de enologia crítica, o primeiro compêndio de coragem para a vida, o primeiro impulso para que se tornasse assim, como hoje, infinito. Por isso, sem mim, o que seria dele? Nada, meus amigos. Um anjo, por si só, é incapaz da realidade de um vinho perfeito ou de assinar a sua própria obra. Por isso, sou eu, André Huppert, vagabundo literal, incendiário das horas mortas e aborrecidas, e não o meu irmão Hellis, quem recebe este prémio. A enologia é também uma ciência demoníaca. E eu trago o fogo para vos agradecer.” |
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Vinhas Velhas
Encruzado
Sommelier Wine Awards (SWA) - Medalha BRONZE
International Wine Challenge - Medalha BRONZE
Decanter World Wine Awards - Medalha BRONZE
Vinhas Velhas
Challenge International du Vin - Medalha OURO
International Wine and Spirits Competition - Medalha PRATA
International Wine Challenge - Medalha BRONZE
Encruzado
Os Melhores Vinhos do Dão Engarrafados - Medalha OURO
Vinalies Internationales - Medalha OURO
International Wine Challenge - Medalha PRATA
Concurso Mundial de Bruxelas - Medalha PRATA
Decanter World Wine Awards - Medalha BRONZE
Concurso Vinhos de Portugal - Medalha PRATA
International Wine and Spirits Competition - Medalha BRONZE
Vinhas Velhas
International Wine and Spirits Competition - Medalha PRATA
Challenge International du Vin - Commended
Decanter - Commended
Encruzado
Concurso Vinhos de Portugal - Medalha PRATA
Vinhas Velhas
Concours Mondial Bruxelles - Medalha OURO
Challenge International du Vin - Medalha OURO
International Wine Challenge - Medalha PRATA
Vinalies Internationales - Medalha PRATA
Concurso Internacional de Vinhos do Brasil - Medalha PRATA
Decanter World Wine Awards - Medalha BRONZE
Encruzado
International Wine Challenge - Medalha OURO
Decanter World Wine Awards - Medalha PRATA
Prémios Arribe - Medalha PRATA
Vinhas Velhas
Concours Mondial Bruxelles - Medalha OURO
Selezione del Sindaco - Medalha OURO
International Wine Challenge - Medalha BRONZE
Decanter World Wine Awards - Medalha BRONZE
Wine Enthusiast Top 100 - 42º lugar (94 pontos)
50 Grandes Vinhos de Portugal no Brasil (Dirceu Vianna Junior)
Encruzado
Os Melhores Vinhos Engarrafados do Dão - Medalha PRATA
Vinhas Velhas
50 Melhores Vinhos Portugueses UK (Julia Harding)
Concours Mondial Bruxelles - Medalha PRATA
International Wine Challenge - Medalha PRATA
Decanter World Wine Awards - Medalha PRATA
Revista de Vinhos - Boa Compra
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| A partir de uma única vinha com 80 anos nasce este vinho, pelo que é através dele que pretendemos assumir o terroir único daquela parcela. A vinha velha é um conjunto de videiras de cerca de 24 diferentes castas (incluindo algumas castas brancas, como era absolutamente normal à época) que, com o decorrer de quase um século, se adaptaram naturalmente àquela parcela, em perfeita harmonia. A vindima é manual e feita de uma única vez, sendo a fermentação de todo o blend de uvas feita em cuba tradicional de cimento. Fruto do equilíbrio natural dado pela vinha, a fermentação decorre de forma espontânea, sem qualquer necessidade de correcção do mosto. Assumimos assim o nosso terroir - com um vinho minimalista na nossa adega. |
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| Casta raínha do Dão, o Encruzado revela de uma forma ímpar a elegância lendária dos vinhos da região. A vindima é manual e feita para caixas de 12kg, sendo que a vinificação decorre com uma longa maceração pré-fermentativa, seguida de leve prensagem. De seguida o mosto é conduzido para um processo de decantação natural, e a fermentação decorre de uma forma lenta em barricas usadas de 600 litros, em carvalho francês. No processo de estágio do vinho é feita a battonage em cuba tradicional de cimento e uma pequena percentagem em barricas. Acabado este processo, o vinho continua em estágio sur lies, aumentando a sua natural complexidade. |